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	<title>Escritório Advocacia &#187; victor</title>
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		<title>Conflito com menor aprendiz fui obrigado a regressar para casa</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2015 00:51:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ola, você poderia analisar o meu caso e me indicar como proceder? Sou menor e queria saber se estou correto nesta decisão para com a minha empresa. Segue detalhadamente o que ocorreu:</p>
<p>Venho sendo lesado pela empresa em que trabalho há muito tempo. Faz 9 meses que exerço minha função de empacotador no Enxuto, sendo terceirizado pelo CAMP. Me vejo em um cenário conflituoso com o Enxuto desde que anunciei que iria ter que deixar de trabalhar para estudar para o vestibular durante o período de 2015, pois seria necessário tempo integral dedicado aos estudos para o que almejo: medicina na Unicamp. Como o CAMP se intitula uma entidade de apoio aos jovens, eu tinha certeza que quando a hora chegasse, eu teria um voto de confiança por parte deles para me engajar nesta causa. Não foi o que aconteceu. Inocentemente, fui atrás de um possível acordo entre as partes, para poder sair assegurando meus direitos. De início, foram bem receptivos e disseram que encaminhariam a minha intenção ao Enxuto. Fui trabalhando normalmente a mercê desta resposta, que não chegava nunca. Fui então obrigado a novamente contatar o CAMP, e estes me responderam que a diretoria barrou qualquer possibilidade disso acontecer. Decepcionado, porém ciente de que não se tratava de uma obrigação eles atenderem ao meu pedido, decidi pedir a conta. Em meio a esse período de transição, uma dor aguda caiu sobre o meu joelho e fui obrigado a ir a um médico, este que sentenciou 8 dias de atestado. Enquanto eu estava em casa, recebi constantemente cartas que me convocavam à base do CAMP sob pena de “advertência falta grave” caso eu não comparecesse. Impossibilitado de me locomover com facilidade, não pude comparecer no dia em que marcaram. Após o vencimento do atestado sim, fui até o CAMP ficar ciente do que queriam comigo. Na reunião que marcaram, senti constantemente a intenção que possuíam: me convencer a pedir a conta de uma vez por todas. Já com a carta de demissão sobre a mesa, tentavam de qualquer maneira me convencer de que pedir a conta era a única e melhor opção. Decidi então que não, como não ouve acordo, eu simplesmente iria continuar trabalhando, tentando conciliar meus estudos e o trabalho novamente. Após o término do atestado, me prometeram um ortopedista para tratar do meu joelho, pois minhas queixas estavam realmente atrapalhando o andamento do meu serviço. A promessa veio, e a consulta ainda não.  Desde então venho trabalhando sob as dores, coisa que não combina com as tarefas que realizo: passo 6 horas em pé, empacotando, arrastando caixas, fazendo devolução de produtos, reposição, limpando a cozinha (isto porque fui contratado como “empacotador”). Acontece que ainda por cima, lesado e já desenganado pela empresa, fui surpreendido com uma atitude repentina e equivocada por parte do Enxuto e do CAMP. Após estar exercendo minha função normalmente em uma sexta-feira, os fiscais da área de frente do mercado me retiraram do caixa em que estava trabalhando na frente de todos sem aviso prévio, e me conduziram até o RH, não entendi o que estava ocorrendo ali. O que pairava sobre a equipe era um rumor de que “um funcionário que chegou atrasado vai ser mandado embora”, o único que havia atrasado 20 minutos naquele dia era eu. Já na sala do RH, a responsável simplesmente me informou que devido ao meu atraso, eu estava definitivamente impedido de continuar trabalhando naquele dia. Mesmo com o uniforme, ponto assinado e crachá no pescoço, me obrigaram a abandonar o mercado e me dirigir para casa, detalhe: sob chuva. Ao descer do setor administrativo e me deparar com os meus companheiros de trabalho, fui martirizado com os olhares irônicos e comentários constantes do que havia ocorrido, se a intenção deles foi me punir, conseguiram, de maneira cruel, mas conseguiram. Porém, foi uma atitude errônea e equivocada, pois fizeram isso sem antes me advertir de forma oral ou escrita, sem antes me perguntar um possível motivo para o meu atraso, simplesmente ignoraram o fato de eu já ter trabalhado, me obrigaram a retornar para casa e descontaram o meu dia. É devido a esta triste ocorrência que eu quero recorrer danos morais, pois não foi sensato e muito menos jurídico o que fizeram comigo. </p>
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